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Análises clinicas
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Escrito por Analises Clínicas
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Terça, 08 Setembro 2009 09:05 |
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A incerteza da paternidade é tão antiga quanto a humanidade. A concepção ocorre no interior do corpo da mulher e, assim, não admite testemunhas. Em conseqüência, embora a mulher esteja sempre 100% certa de que as crianças por ela geradas são biologicamente suas (com exceção da possibilidade de trocas no berçário, um fenômeno novo na história da humanidade, já que no passado virtualmente todos os partos eram domésticos) o homem tem muitas vezes de lidar com a incerteza da paternidade (entretanto, na grande maioria dos casos essa incerteza não é consciente). Como reza o dito popular: "os filhos de minhas filhas meus netos são; os filhos de meus filhos serão ou não?".
O procedimento para realizar um teste genético de paternidade através de análise de DNA é muito simples, mas varia em função de se trata-se de um teste informativo, para uso privado, ou se precisa um relatório com validez judicial que possa ser apresentado como prova pericial num Tribunal de Justiça ou Registo.
Para poder realizar um teste de paternidade mediante análise de DNA tão só se precisam amostras biológicas do filho/a e do suposto pai. Não é imprescindível amostra biológica da mãe. A maneira mais singela para obter amostras biológicas de forma directa é realizar um frotis bucal, utilizando cotonetes de algodão, para recolher células do epitelio bucal ou saliva. Mas também se podem utilizar outras amostras biológicas, recolhidas de forma indirecta: Unhas cortadas (de mãos ou pés); Cabelos arrancados, com raiz ou bulbo (os cabelos cortados não servem); Pontas de cigarros, escovas de dentes, chicles, caramelos, etc; Manchas de sangue (band-aid), de sêmen (preservativos) ou de suor (roupa sem lavar); Objectos com saliva: recipientes de bebidas (copos, batas, xícaras), sobres, selos, etc; Lenços com mucosidade; Dentes de leite, pinças de umbigo, cordões umbilicais, etc; Urina (fraldas); Restos cadavéricos (ossos e dentes); Tecidos biológicos (biópsias em parafina). Uma vez que tomou as amostras e as tem empacotado devidamente tal e como se indica no ponto anterior, deverá no-las fazer chegar junto com os impressos. |
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Actualizado em Terça, 12 Janeiro 2010 11:12 |
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Escrito por Analises Clínicas
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Terça, 08 Setembro 2009 09:04 |
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Droga, narcótico, entorpecente ou estupefaciente são termos que denominam substâncias químicas que produzem alterações dos sentidos. "Droga", em seu sentido original, é um termo que abrange uma grande quantidade de substâncias, que pode ir desde o carvão à aspirina. Contudo, há um uso corrente mais restritivo do termo (surgido após quase um século de repressão ao uso de certas substâncias), remetendo a qualquer produto alucinógeno (ácido lisérgico, heroína etc.) que leve à dependência química e, por extensão, a qualquer substância ou produto tóxico (tal como o fumo, álcool etc.) de uso excessivo, sendo um sinônimo assim para entorpecentes. Droga é toda e qualquer substância, natural ou sintética que introduzida no organismo modifica suas funções. As drogas naturais são obtidas através de determinadas plantas, de animais e de alguns minerais. Exemplo a cafeína (do café), a nicotina (presente no tabaco), o ópio (na papoula) e o THC tetrahidrocanabiol (da cannabis). As drogas sintéticas são fabricadas em laboratório, exigindo para isso técnicas especiais. O termo droga, presta-se a várias interpretações, mas ao senso comum é uma substância proibida, de uso ilegal e nocivo ao indivíduo, modificando-lhe as funções, as sensações, o humor e o comportamento. As drogas estão classificadas em três categorias: as estimulantes, os depressores e os perturbadores das atividades mentais: -Depressivas - aumentam a freqüência cerebral e podem dificultar o processamento das mensagens que são enviadas ao cérebro. Exemplos: álcool, barbitúricos, diluentes, catamina, cloreto de etila, clorofórmio, ópio, morfina, heroína, maconha, haxixe, etc. -Psicodistropticas ou alucinógenarias – têm por característica principal a despersonalização em maior ou menor grau. Exemplos cogumelos, skunk, LSD, psilocibina, chá de cogumelo e DMT. -Psicotrópticas ou estimulantes - produzem aumento da atividade pulmonar, diminuem a fadiga, aumentam a percepção ficando os demais sentidos ativados. Exemplos: cocaína, crack, cafeína, teobromina, MDMA ou ecstasy, GHB, metanfetamina, anfetaminas (bolinha, arrebite), PRACEMPA etc.
Quanto à forma de produção do indivíduo no comportamento cerebral podendo atrapalhar o processamento ou não, classificam-se como: -Naturais -Semi-sintéticas -Sintéticas
É comum distinguir o abuso do uso de drogas de seu consumo normal. Esta classificação refere-se à quantidade e periodicidade em que ela é usada. Outra classificação, se refere ao uso das drogas em desvio de seu uso habitual, como por exemplo o uso de cola, gasolina, benzina, éter, lóló, dentre outras substâncias químicas. Os usuários podem ser classificados em: experimentador, usuário ocasional, habitual e dependente.
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Actualizado em Terça, 12 Janeiro 2010 11:13 |
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Escrito por Analises Clínicas
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Terça, 08 Setembro 2009 09:04 |
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Menino ou menina é um teste de determinação do sexo fetal, inovador na Europa e baseado em técnicas de biologia molecular de última geração, as quais permitem efectuar a determinação do sexo do bebé a partir das primeiras semanas de gestação e recorrendo a uma pequena amostra de sangue da grávida. A confirmação da presença de células fetais na circulação materna despoletou um enorme interesse na comunidade científica actual, tendo em vista o potencial de desenvolvimento de metodologias de diagnóstico pré-natal mais seguras, ou mesmo, totalmente inócuas. Esta possibilidade, no entanto, exige a colheita de células nucleadas de origem fetal, as quais estão presentes na circulação materna, embora em pequena quantidade. Dada esta limitação e a ausência de marcadores específicos destas células, têm sido exploradas outras abordagens que permitem a análise de produtos fetais. Não há riscos para a grávida, nem para o bebé, uma vez que o teste não é invasivo. Apenas com um simples exame ao seu sangue é agora possível descobrir o sexo do seu bebé a partir das 8 semanas de gravidez. |
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Actualizado em Terça, 12 Janeiro 2010 11:13 |
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Escrito por Artur
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Segunda, 17 Agosto 2009 20:27 |
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Genética Laboratorial |
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Actualizado em Terça, 12 Janeiro 2010 11:14 |
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Escrito por Analises Clínicas
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Segunda, 17 Agosto 2009 18:56 |
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Marcador tumoral é uma substância encontrada no sangue, urina ou tecidos biológicos que pode estar em quantidade elevada no câncer. Existem muitos marcadores tumorais diferentes, cada um indicativo de um processo patológico diferente, e eles são usados na oncologia para ajudar a detectar a presença de um câncer. Embora um nível elevado de marcador tumoral possa indicar um câncer, outras causas não-malignas também podem causar a elevação do nível.
Exemplos de marcadores tumorais incluem o antígeno prostático específico (PSA), a alfa feto proteína e a gonadotrofina coriônica humana (hCG). |
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Actualizado em Terça, 12 Janeiro 2010 11:14 |
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Análises clinicas
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Escrito por Analises Clínicas
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A incerteza da paternidade é tão antiga quanto a humanidade. A concepção ocorre no interior do corpo da mulher e, assim, não admite testemunhas. Em conseqüência, embora a mulher esteja sempre 100% certa de que as crianças por ela geradas são biologicamente suas (com exceção da possibilidade de trocas no berçário, um fenômeno novo na história da humanidade, já que no passado virtualmente todos os partos eram domésticos) o homem tem muitas vezes de lidar com a incerteza da paternidade (entretanto, na grande maioria dos casos essa incerteza não é consciente). Como reza o dito popular: "os filhos de minhas filhas meus netos são; os filhos de meus filhos serão ou não?".
O procedimento para realizar um teste genético de paternidade através de análise de DNA é muito simples, mas varia em função de se trata-se de um teste informativo, para uso privado, ou se precisa um relatório com validez judicial que possa ser apresentado como prova pericial num Tribunal de Justiça ou Registo.
Para poder realizar um teste de paternidade mediante análise de DNA tão só se precisam amostras biológicas do filho/a e do suposto pai. Não é imprescindível amostra biológica da mãe. A maneira mais singela para obter amostras biológicas de forma directa é realizar um frotis bucal, utilizando cotonetes de algodão, para recolher células do epitelio bucal ou saliva. Mas também se podem utilizar outras amostras biológicas, recolhidas de forma indirecta: Unhas cortadas (de mãos ou pés); Cabelos arrancados, com raiz ou bulbo (os cabelos cortados não servem); Pontas de cigarros, escovas de dentes, chicles, caramelos, etc; Manchas de sangue (band-aid), de sêmen (preservativos) ou de suor (roupa sem lavar); Objectos com saliva: recipientes de bebidas (copos, batas, xícaras), sobres, selos, etc; Lenços com mucosidade; Dentes de leite, pinças de umbigo, cordões umbilicais, etc; Urina (fraldas); Restos cadavéricos (ossos e dentes); Tecidos biológicos (biópsias em parafina). Uma vez que tomou as amostras e as tem empacotado devidamente tal e como se indica no ponto anterior, deverá no-las fazer chegar junto com os impressos. |
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Escrito por Analises Clínicas
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Terça, 08 Setembro 2009 09:04 |
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Droga, narcótico, entorpecente ou estupefaciente são termos que denominam substâncias químicas que produzem alterações dos sentidos. "Droga", em seu sentido original, é um termo que abrange uma grande quantidade de substâncias, que pode ir desde o carvão à aspirina. Contudo, há um uso corrente mais restritivo do termo (surgido após quase um século de repressão ao uso de certas substâncias), remetendo a qualquer produto alucinógeno (ácido lisérgico, heroína etc.) que leve à dependência química e, por extensão, a qualquer substância ou produto tóxico (tal como o fumo, álcool etc.) de uso excessivo, sendo um sinônimo assim para entorpecentes. Droga é toda e qualquer substância, natural ou sintética que introduzida no organismo modifica suas funções. As drogas naturais são obtidas através de determinadas plantas, de animais e de alguns minerais. Exemplo a cafeína (do café), a nicotina (presente no tabaco), o ópio (na papoula) e o THC tetrahidrocanabiol (da cannabis). As drogas sintéticas são fabricadas em laboratório, exigindo para isso técnicas especiais. O termo droga, presta-se a várias interpretações, mas ao senso comum é uma substância proibida, de uso ilegal e nocivo ao indivíduo, modificando-lhe as funções, as sensações, o humor e o comportamento. As drogas estão classificadas em três categorias: as estimulantes, os depressores e os perturbadores das atividades mentais: -Depressivas - aumentam a freqüência cerebral e podem dificultar o processamento das mensagens que são enviadas ao cérebro. Exemplos: álcool, barbitúricos, diluentes, catamina, cloreto de etila, clorofórmio, ópio, morfina, heroína, maconha, haxixe, etc. -Psicodistropticas ou alucinógenarias – têm por característica principal a despersonalização em maior ou menor grau. Exemplos cogumelos, skunk, LSD, psilocibina, chá de cogumelo e DMT. -Psicotrópticas ou estimulantes - produzem aumento da atividade pulmonar, diminuem a fadiga, aumentam a percepção ficando os demais sentidos ativados. Exemplos: cocaína, crack, cafeína, teobromina, MDMA ou ecstasy, GHB, metanfetamina, anfetaminas (bolinha, arrebite), PRACEMPA etc.
Quanto à forma de produção do indivíduo no comportamento cerebral podendo atrapalhar o processamento ou não, classificam-se como: -Naturais -Semi-sintéticas -Sintéticas
É comum distinguir o abuso do uso de drogas de seu consumo normal. Esta classificação refere-se à quantidade e periodicidade em que ela é usada. Outra classificação, se refere ao uso das drogas em desvio de seu uso habitual, como por exemplo o uso de cola, gasolina, benzina, éter, lóló, dentre outras substâncias químicas. Os usuários podem ser classificados em: experimentador, usuário ocasional, habitual e dependente.
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Escrito por Analises Clínicas
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Menino ou menina é um teste de determinação do sexo fetal, inovador na Europa e baseado em técnicas de biologia molecular de última geração, as quais permitem efectuar a determinação do sexo do bebé a partir das primeiras semanas de gestação e recorrendo a uma pequena amostra de sangue da grávida. A confirmação da presença de células fetais na circulação materna despoletou um enorme interesse na comunidade científica actual, tendo em vista o potencial de desenvolvimento de metodologias de diagnóstico pré-natal mais seguras, ou mesmo, totalmente inócuas. Esta possibilidade, no entanto, exige a colheita de células nucleadas de origem fetal, as quais estão presentes na circulação materna, embora em pequena quantidade. Dada esta limitação e a ausência de marcadores específicos destas células, têm sido exploradas outras abordagens que permitem a análise de produtos fetais. Não há riscos para a grávida, nem para o bebé, uma vez que o teste não é invasivo. Apenas com um simples exame ao seu sangue é agora possível descobrir o sexo do seu bebé a partir das 8 semanas de gravidez. |
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Escrito por Artur
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Segunda, 17 Agosto 2009 20:27 |
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Genética Laboratorial |
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Escrito por Analises Clínicas
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Segunda, 17 Agosto 2009 18:56 |
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Marcador tumoral é uma substância encontrada no sangue, urina ou tecidos biológicos que pode estar em quantidade elevada no câncer. Existem muitos marcadores tumorais diferentes, cada um indicativo de um processo patológico diferente, e eles são usados na oncologia para ajudar a detectar a presença de um câncer. Embora um nível elevado de marcador tumoral possa indicar um câncer, outras causas não-malignas também podem causar a elevação do nível.
Exemplos de marcadores tumorais incluem o antígeno prostático específico (PSA), a alfa feto proteína e a gonadotrofina coriônica humana (hCG). |
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